Assim como a mosca morta produz mau cheiro e estraga o perfume, também um pouco de insensatez pesa mais que a sabedoria e a honra.
Foi com preocupação que faraó ouviu de Moisés a determinação divina: "Deixe o povo ir" (vers.20). Havia forte razão para essa atitude.
Viu, com seus próprios olhos, as águas do Nilo se transformarem em sangue.
Presenciou a invasão da rãs, o flagelo da segunda praga, e, mais tarde a praga dos piolhos.
Mesmo assim o coração do faraó permaneceu endurecido e não libertou o povo. Agora são as moscas. Enxames apreceram em todo o lugar.
Um espetáculo asqueroso e repugnante. E o coração do faraó continuou endurecido. O autor de Eclesiastes fala do desastre causdo ao ambiente pela
mosca morta: o mau cheiro produzido anula o perfume da natureza e compromete a vida dos homens.
A aplicação desse texto à nossa vida é o prevalecimento de pecados que não sensibilizam a maioria, mas, mesmo assim, precisam ser combatidos.
Não são muitos os que levantam a voz contra pecados menores, fruto da falta de bom senso e de sabedoria, como a arrogância, o sarcasmo, o preconceito, o
desprezo pelos fracos, a omissão para com crianças abandonadas ou o descaso para com anciãos ou deficientes.
Tais pecados, "tolerados" pelos homens, são verdadeiras "moscas mortas" que precisam ser extirpadas de nossas vidas, pois comprometem nosso testemunho.
Na verdade estão conosco em todos lugares e horas: no trânsito, nas escolas, nos locais de trabalho e até na intimidade do lar.
Há moscas mortas comprometendo o seu temperamento e caráter? Providencie a extinção delas com o
inseticida espiritual que é a presença
do Espírito Santo.
É tempo de restaurar toda a plenitude da graça em nosso viver. Então, o bom perfume de Cristo será exalado através dos nossos lábios,
nosso olhar e nossas mãos, vindo diretamente dos nossos corações para um testemunho fiel de nossa dependência de Deus.
Autor: pastor Cesar Thomé - transcrito do Pão Diário © Cristo amado - todos os direitos reservados.
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